Mulheres e homens não são iguais e isso é bom para a ciência. Em diferentes tempos, duas agrônomas revolucionaram o agro com um jeito prá lá de feminino de agir e tomar decisões.
Há 100 anos, uma bióloga encampou a luta pelo voto feminino no Brasil; hoje, uma bióloga indígena leva conhecimentos tradicionais do seu povo para dentro do laboratório.
Em uma das carreiras mais masculinas do mundo, duas físicas brilhantes desafiaram o patriarcado e o racismo e abriram caminho para outras mulheres.
Cem anos atrás, uma parasitologista era a única mulher em um meio dominado por homens. Hoje a geneticista Mayana Zatz não hesita em ocupar o lugar de destaque que merece.
Do pioneirismo da oceanógrafa Marta Vannucci no século 20 à atuação da premiada astrofísica Marcelle Soares-Santos, o que mudou em relação à participação feminina na ciência?